sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ivanete e Sua Sensibilidade

ivanete souza

Nesta terceira postagem da série A Arte, publicamos
alguns trabalhos de Ivanete. Mas, quem é Ivanete?
Ela nasceu na cidade de Viamão, no Rio Grande do Sul,
onde sempre viveu. Possuidora de um grande
talento e de uma vontade intensa de retratar a vida
tal qual ela via, a partir do ano 2003 optou por dividir
seu tempo entre o trabalho e as artes visuais,
que são o tema da página de hoje.

Como descobri Ivanete? Foi assim: certa vez,
à procura de vídeo para completar uma postagem,
não achava um que expressasse a música, tal como
eu desejava.Já estava quase desistindo, quando a
abertura de um clipe me chamou a atenção.

E lá estava o que eu queria. A autora era ela.
Inclui o vídeo na página, postei e fiz uma anotação em
minha agenda para mais tarde visitar o seu site.
Algum tempo depois, ao visitar seu espaço, fiquei
surpreso e admirado com o que encontrei.
Ivanete não é só uma excelente editora de vídeos
editados com sensibilidade e bom gosto,
ela é também uma grande Artista que fixa com
maestria sonhos abstratos em imagens.

carlos miranda (betomelodia)
































fontes
imagens: arquivos ivanete (iva souza)  -  texto: carlos miranda (betomelodia
( desenhos sem títulos )

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Vai Dizer ao Vento, Paulinho da Viola


paulinho da viola


Paulinho da Viola leva três prêmios "Tim de Música" !
O Nome da sua composição vencedora é...








O cantor e compositor Paulinho da Viola foi o grande vencedor
da sexta edição do Prêmio Tim de Música, realizado ontem
à noite (28/05/08), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O músico venceu nas categorias "Melhor Disco de Samba"
(Acústico MTV), "Melhor Cantor de Samba" e "Melhor Canção"
por "Vai Dizer ao Vento" (neste quesito, todas as concorrentes eram
de sua autoria!). O único prêmio para o qual Paulinho foi indicado e
não levou foi o de "Melhor Cantor, Voto Popular".
Parabéns ao Paulinho e à Música Popular Brasileira.

carlos miranda (betomelodia)



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google


Juventude Transviada, Luiz Melodia

luiz melodia

O que se imagina que aconteça com um músico
que cresceu no morro, no meio do samba?
Ora, que seja um sambista!
Mas Luiz Melodia foi por um caminho diferente.
Não recusa suas origens musicais
nascidas do samba, mas foi mais além.
Assimilou uma musicalidade que absorve
vários estilos.

Na verdade, Luiz criou uma forma muito
particular de composição. E foi exatamente
isto que fez com que sua música chamasse
atenção de algumas pessoas que,
quando ouviram Pérola Negra, muito se
impressionaram com a força de sua poesia urbana.

A gravação veio na voz de Gal Costa, no disco
Gal a Todo o Vapor, lançado em 1972. Era esse o
estímulo que faltava para a carreira de um tal de
Luiz Carlos dos Santos, nosso Luiz Melodia,
deslanchar. 

Tenho a honra e o privilégio conquistado em
um palco há muitos anos, de usar o sobrenome
Melodia, mas, em respeito à este Músico, meu querido
padrinho que tanto inspirou-me, uso seu
sobrenome com muita humildade, porém o faço
em letras minúsculas. Benção, padrinho.

carlos miranda (betomelodia)





Lava roupa todo dia que agonia
Na quebrada da soleira que chovia
Até sonhar de madrugada
Uma moça sem mancada
Uma mulher não deve vacilar

Eu entendo a juventude transviada
E o auxílio luxuoso de um pandeiro
Até sonhar de madrugada
Uma moça sem mancada
Uma mulher não deve vacilar

Cada cara representa uma mentira
Nascimento vida e morte quem diria
Até sonhar de madrugada
Uma moça sem mancada
Uma mulher não deve vacilar

Hoje pode transformar
E o que diria a juventude
Um dia você vai chorar
Vejo clara as fantasias

luiz melodia



fontes
imagem: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google


terça-feira, 27 de maio de 2008

Talvez...





Mesmo estando certo, acho que estou errado.
Ou estou errado por achar que estou certo?
Talvez, tudo seja certo ou tudo seja errado.

Levanto, ando. Até onde? Qualquer lugar?
Canso, volto. Até onde? Onde estava antes?
Talvez, onde ainda não estive seja meu lugar.

Busco o peso exato entre o bem e o mal, o equilíbrio.
Sempre muito atento, mas também, disperso.
Talvez, buscando entre a vida real e o sonho eu esteja.

Por vezes triste, mas alegre ao mesmo tempo.
Procuro entender o não, o sim já entendo.
Talvez, esse seja meu fim, a descoberta do não.

Amo o que é inexato, em busca da exatidão.
Idolatro a beleza em si, mesmo que horrível seja à todos.
Talvez, seja eu um tolo, por ser sincero mentindo.

Medo, sinto medo. Choro e rio em minha solidão.
Mas sorrio ao lembrar minha vontade de seguir em frente.
Talvez, temeroso me arrisque por impulso e dor.

Amigo sem amigos. Um poeta sem rimas e palavras.
Despido de falsa modéstia, egoísta eu sou.
Talvez, vivendo sem que esteja vivo.

Vou brincando de amar, embora receando o amor.
Mas seguir amando sem ser aceito pela vida?
Talvez, tenha que partir odiando para que seja lembrado.

Olho para cima, vejo o azul. Vejo o branco também.
Por vezes sinto gostar da vida. Contente fico. Alegre?
Talvez, não mais seja alguém, não mais exista então.

Vim de longe, muito longe no tempo e na busca.
Descobri aos poucos que sou aquele que ama seguir.
Talvez, apenas adie o momento de partir.

carlos miranda (betomelodia) 



fontes
imagem: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base da pesquisa: google

domingo, 25 de maio de 2008

Je T'Aimé, Lara Fabian

lara fabian


Neste mês, dia três, fiz uma página intitulada
"O Sonho de Todo Intérprete", na qual Lara Fabian foi
homenageada por seus fãs com uma de suas composições
de maior sucesso, Je T'aime, que a cantou em uníssono para ela.

Até hoje recebo pedidos para que uma postagem seja feita
com ela interpretando a música e se possível,
com uma tradução da letra. Como sempre atendo aos
meus leitores, aqui vai um vídeo com Lara
interpretando Je T'aime e a letra em português.

carlos miranda (betomelodia)





Concordo existem outras maneiras de se partir
Um pouco de brilho de cristal pode talvez nos ajudar
Naquele silêncio amargo eu tinha decidido perdoar
Cada erro que você cometeu


Concordo, frequentemente a garotinha em mim te chamou
Quase como uma mãe você me prendeu me protegeu
Eu roubei o sangue que você não me deu
Cansada das palavras sonhos
Eu chorei

Te amo te amo
Como uma boba como um soldado
Como uma estrela de cinema
Eu te amo eu te amo
Como um conquistador como um rei
Como um homem que você não é mais
Veja te amo assim


Concordo eu tinha te confiado
todos os meus sorrisos todos os meus segredos
E ainda este que tem um frei que é um guardião não declarado
Dentro da casa de Pedro Satã nos vê dançar
Eu quero guerra de corpos que fazem a paz

Eu te amo eu te amo
Como uma boba como um soldado
Como uma estrela de cinema
Eu te amo eu te amo
Como um conquistador como um rei
Como um homem que você não é mais
Veja te amo assim


 lara fabian / igor krutoy



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

Dança, a Arte em Movimento

deusa da misericórdia de mil braços

Nesta página vou contar uma história que,
sai um pouco de minha linha costumeira de postagens.
Ela é sobre Arte. Mas uma Arte que vem de longe, de outras
terras, mais precisamente da China. Uma dança.
Sobre ela, contarei uma história.

Há um mito que podemos dizer, universal, datando de
seis ou sete mil anos, afirmando que toda a raça humana
é fruto de uma "Mãe Cósmica", e que tal mito tem origem desde
os tempos em que o mundo ainda não tinha forma alguma,
nem mineral, nem orgânica.

As mais antigas noções da Criação, tiveram origem na idéia
básica do nascimento, que consistia na única origem
possível das coisas. Esta condição prévia do caos
primordial, foi extraída diretamente de uma afirmação
arcaica em que o útero cheio de sangue, era capaz
de criar magicamente a prole. Era tido que a partir do líquido
divino contido no útero, através de uma dança que o agitasse,
faziam surgir os "frutos", a própria maternidade.

Essa é uma das razões para que as danças das mulheres
primitivas são, e o são até os dias atuais, repletas em movimentos
pélvicos e abdominais. Muitas tradições referiram o princípio
do coração materno que detém todo o poder da criação. Uma
energia organizadora capaz de coagular o caos separando
e definindo os elementos que compõem o cosmos. À esta
energia organizadora foi dado o nome de A Determinação
da Deusa
, da Deusa de Mil Braços.

E foi assim que o coreógrafo Chino Zhang Jigang,
da Companhia de Arte Performática Chinesa de Deficientes Físicos,
criou uma performance baseada na mitologia Budista,

homenageando a Deusa da Misericórdia Com Seus Mil Braços, que
também é conhecida por Kwanyin de Mil Braços.

Esta dança está representada por 21 bailarinas que formam
uma longa fila, onde criam para os espectadores, uma majestosa
ilusão da Deusa com seus múltiplos braços e pernas.
O aspecto mais impressionante é o de serem todas as
integrantes desta companhia,  deficientes auditivas. Sim,
são todas surdas. Um espetáculo de rara beleza.


carlos miranda (betomelodia)





fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google


Tocando em Frente, Almir Sater


Meu primeiro contato com o Almir,
foi na época das Diretas Já, aqui mesmo em
Campo Grande, Avenida Afonso Pena,
Praça Ary Coelho. Ali o conheci.
Nervoso, tímido, um pouco assustado,
mas não consigo lembrar o motivo. Eu e
Tiarajú, apelido do poeta João Luis Bandeira,

poeta lá da região das Missões, Rio Grande do Sul,
fomos incumbidos de conversar com ele
para acalmá-lo e caminhamos por entre
multidão até as imediações da praça do
Rádio Clube, onde os deixei pois um
palco estava esperando-me.


almir sater

Autor de belas composições e dono de um
imenso talento, interpreto algumas
de suas composições, tendo especial carinho
por esta , que verdade e poesia
em forma de canção é.

A página de hoje traz uma de suas composições
que mais gosto de interpretar, intitulada
Tocando em Frente, que Almir fez em parceria
com Renato Teixeira,  ilustrada em uma bela
edição de vídeo assinada por Ivanete.

carlos miranda (betomelodia)






Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia todo mundo chora
Um dia a gente chega e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir


almir sater / renato teixeira



fontes
imagens: google - edição de vídeo: ivanete (iva souza) - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google


sexta-feira, 23 de maio de 2008

Teatro Municipal - Minha Cidade Natal

rio de janeiro, praia de copacabana à noite

Sempre tive vontade de divulgar,
mostrar os espaços nos quais passei minha infância
e adolescência em minha cidade natal,
Rio de Janeiro.
Nunca fiquei satisfeito com o que escrevi,
com minhas descrições, pois não conseguia
dar a impressão exata da enorme importância
que esses lugares, muitas vezes
desconhecidos da quase totalidade dos cariocas,
possuem, não só em beleza ou tradição,
mas em termos históricos. Sempre me faltavam dados
confiáveis em minhas rápidas pesquisas.
Navegando pela web encontrei o que tentei fazer,
da maneira que sempre desejei mostrar
minha maravilhosa cidade e assim,
vou transcrever para vocês esse bonito trabalho
de pesquisa e divulgação que revelou
a mim alguns lugares que, também eu desconhecia.

carlos miranda (betomelodia)






teatro municipal do rio de janeiro

Quem chega à Cinelândia, centro da cidade do
Rio de Janeiro e apenas contempla seus edifícios,
não imagina o que se esconde por dentro
dos monumentos arquitetônicos ali presentes.
É o caso do Theatro Municipal.


Uma visita de 40 minutos revela muito das
aspirações brasileiras no início do século passado,
quando o então Prefeito Pereira Passos ,
dirigente administrativo da capital da recém-criada
República, assumiu o projeto de construir o
segundo maior teatro da América Latina.



detalhe do interior

Vitrais alemães, janelas vazadas de cristais,
pinturas e azulejos franceses, mármores italianos
revestindo os corrimões, chão, colunas e degraus,
compõem um cenário deslumbrante por onde vêm
circulando há quase um século a privilegiada
platéia amante da cultura de forte raiz européia.


platéia vista do palco

O teatro, com capacidade para
mais de duas mil pessoas acomodadas em galerias,
camarotes e frisas, já foi sede de diversos
eventos citadinos. Embora idealizado para ser
um templo de música, teatro e literatura,
abrigou também bailes de carnaval, comícios políticos
e formaturas. Mas à partir da década de 70,
por ocasião de seu tombamento como patrimônio
histórico-cultural, tem-se destinado quase
que exclusivamente à divulgação da arte clássica
em suas modalidades
cênica e musical.


detalhe do interior

Muitos de seus elementos originais têm-se
mantido operantes, inclusive o maquinário que constitui a
infra-estrutura elevadiça de um grandioso palco,
por onde já passaram personalidades
artísticas internacionais, como
Isadora Duncan, Anna Pavlova, Maria Callas
e Richard Strauss, entre outros.


vista da platéia e parte do palco

O visitante não escapa de se admirar
com toda essa riqueza visual e histórica, que alimenta a
alma e os olhos ávidos por beleza e requinte, até porque,
mesmo uma pausa para atender a demandas fisiológicas,
desvenda um banheiro rico em produções multiculturais
tais como um belo piso de cerâmica italiana e pasmem,
caixas de descarga da mais legítima
porcelana inglesa ainda em funcionamento.


detalhe da arquitetura

Mas o mais surpreendente é o Café do Teatro,
um antigo restaurante no subsolo do prédio,
cuja existência eu até então desconhecia,
de inspiração assíria e babilônica, o qual outrora
encarnou o point chique da cidade. Visitando o
Rio de Janeiro, aproveite para conhecer o
Teatro Municipal. Vale a pena!








fontes
imagens: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Vitoriosa, Ivan Lins


Ivan Guimarães Lins, carioca, é um compositor e intérprete
considerado um dos artistas brasileiros de maior sucesso.
Ivan Lins, como é conhecido, é um músico que
por suas muitas gravações de sua obra pelo mundo,
por sua harmonia diferenciada, pelos arranjos refinados
e ao mesmo tempo fáceis, é o músico do Brasil que
mais repercussão tem no exterior.

Começou a tocar piano aos dezoito anos e foi muito
influenciado pela música que ouviu em sua
infância nos Estados Unidos, o jazz, e também
pela bossa nova. Seu primeiro sucesso foi
com a música Madalena, gravada por Elis Regina.

Algumas de suas composições fazem parte
de meu repertório e nesta página, teremos um vídeo
editado por Ivanete com a música Vitoriosa,
uma de minhas preferidas, de sua autoria com
a parceria de Vitor Martins.

carlos miranda (betomelodia)






Quero sua risada mais gostosa
Esse seu jeito de achar
Que a vida pode ser maravilhosa

Quero sua alegria escandalosa
Vitoriosa por não ter
Vergonha de aprender como se goza

Quero toda sua boca castidade
Quero toda sua louca liberdade
Quero toda essa vontade
De passar dos seus limites
E ir além... e ir além...

Quero sua risada mais gostosa
Esse seu jeito de achar
Que a vida pode ser maravilhosa
Que a vida pode ser... maravilhosa...

ivan lins / vitor martins



fontes
imagem: google - edição de vídeo: ivanete (iva souza) - texto: carlos miranda (betomelodia)
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terça-feira, 20 de maio de 2008

Sinval Fonseca e Seus Múltiplos Talentos

violeiro

Mineiro, nascido a 17 de abril de 1953, Sinval
é brilhantemente definido pelo Marchant
Antonio Luiz, em nove curtas palavras:

" Ele é o ser na arte. Bom para nós! "


" Com diversidade e riqueza de imaginação, o artista compõe plasticamente cenas de uma figuração toda peculiar, enfocando principalmente mulheres. Mulheres floristas, uma nova abordagem que lhe permite enriquecer o quadro com profusão de cores, alegria e movimento. Mulheres bonitas retratadas com fidelidade expressiva e adornadas pelos recursos gráficos do artista e sua fértil criação. Muitos outros temas de sua predileção, como os carros de bois, fazem parte do repertório plástico diversificado que Sinval desenvolve com competência.
O pincel corre fácil, deixando um rastro de sombras e luzes, gerando volumes e criando gradações ou contrastes cromáticos em vibrações diversas, das suaves e amenas, às mais fortes e intensas.
Na totalidade, a pintura de Sinval Fonseca é definida por um expressionismo de formas simplificadas, porém pleno de intensidade.
De resto, percebe-se na pintura de Sinval Fonseca, o elo existente entre o pintor e o artista múltiplo que também compõe músicas e toca instrumentos, um somatório de emoções sensíveis que ele passa para o público."

mari'stella tristão, crítica de arte




Mas para mim, quem é Sinval Fonseca ?

Sinval me faz viajar no tempo, no espaço.
Suas telas me devolvem à época em que morava em
Minas, numa pequena cidade do interior,
Bicas, onde nasceu minha filha Talita.

Foi naquela época que conheci um pouco
da Arte de Sinval Fonseca. Fiquei tão
entusiasmado que pensei em voltar a pintar
mas, naquela época, meu trabalho não permitia.

Não me atrevo a definir Sinval e suas artes,
sim, no plural, pois além da pintura é
um músico eclético. Suas obras possuem
um certo toque de magia, magia que
nos leva à uma contemplação admirada e
grata, por seu maravilhoso dom de captar e nos
mostrar em suas telas o que nossos
corações desejam ver.

carlos miranda (betomelodia)




cabo frio
maria fumaça
doce sonho
lição de violão
meditação
pra ver a banda passar
atelier fantasia



destaco: carona no carro de bois


fontes
imagens: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google