segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Alex Jr. e Suas Paisagens Exuberantes

força de deus


José Alexandre Junior ou como é conhecido, Alex Jr. por assim assinar suas telas, tem origem
potiguar. Nasceu na cidade de Pau dos Ferros em outubro de 1979, interior do Estado do
Rio Grande do Norte. Segundo seus antigos habitantes, a cidade tem esse nome em
lembrança de uma árvore bela e de grande dimensão, onde vaqueiros que deram
origem ao então povoado, repousavam à sombra de sua imensa copa.  Alex
lá viveu, onde desde a infância passava seu tempo desenhando. Mas foi
na cidade de Patu, também interiorana em seu Estado natal, que ele
deu início à sua carreira artística no ano de 2002. A cidade com
suas belezas naturais e um grande número de Artistas, foi a
grande influência em sua decisão de tornar-se um pintor.

Patu tem uma grande atração turística, por sediar o monumental  Santuário do Lima ou como
também é conhecido, de Nossa Senhora dos Impossíveis, uma das Sete Maravilhas do Estado
do Rio Grande do Norte.  Literalmente apaixonado pelos trabalhos dos pintores da região ele
lançou-se à pintura de paisagens com o incentivo da  Secretaria das Artes  do município e foi
assim que autodidata, aperfeiçoou sua pintura de paisagens, em óleo ou acrílica sobre telas.



alex jr.


No ano de 2009, Alex foi de mudança para a capital do Estado, Natal. Montou seu ateliê onde
sua obra nasce,  belas paisagens que ganharam o Brasil e o Mundo com merecido sucesso, e
ótima aceitação pelo público e crítica especializada,  além de lecionar sobre pintura em tela.

Como sempre faço questão de ressaltar, ao final da postagem, na série de links apresentados em
"links para suas preferências no blog",  é possível saber mais sobre outros Artistas Plásticos,
assim como sobre outros estilos de sua preferência, com total segurança, aqui mesmo
em meu  blog,  e também em meus outros espaços culturais na  Web.  Apreciem.


carlos miranda (betomelodia)




mãe natureza

inspiração e por do sol

escura floresta
tranquila manhã

espetáculo do sol

amanhecer em areia preta
lago iluminado
lua de paixão
crepúsculo
sol é vida
sobrado à beira do lago




destaco: vida de sertanejo


fontes
imagens: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Deborah Netto, a Originalidade na Arte

colibri


 " O Artista expressa o que vai na sua alma."

A frase é de Ricardo Antonio Pereira Barbosa, Professor de Pintura da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, Mestre em História Crítica da Arte, ceramista e pintor, e que aplica-se com
perfeição à autora da série de telas que ilustram a plublicação de hoje: Deborah Netto.
A coleção intitula-se "As Cores da Minha Alma", obra que confirma com perfeição a
citação de Ricardo, por sua originalidade, por suas cores e por revelar como ela
e sua personalíssima maneira de ver a vida que a cerca, grava em seus belos
trabalhos a Natureza,  em suas múltiplas nuances  e elaborados detalhes.

Usando papel como base, utiliza a aquarela, o guache e o nanquim em seus trabalhos. Deborah
segue um rumo todo pessoal, originalíssimo, e que não pode ser enquadrado, rotulado e ou
classificado.  Eu, a  defino  como uma Artista que,  de forma abstrata, cria Arte em suas
formas mais diversas, tanto nas cores quanto nos belos traços sinuosos do nanquim.


deborah netto


Deborah cursou Pintura na Universidade Federal do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu no dia
01 de março de 1962. Além da pintura e escultura, produz belíssimas e diferenciadas jóias
em prata, sem cópias ou repetições, com detalhes que transmitem as característica
pessoais de seus clientes.  Atualmente reside no  Recanto de Itaipuaçu,  Maricá,
e seus trabalhos fazem parte de coleções particulares em vários países, pois
participou de exposições individuais e coletivas com as jóias e pinturas.

Como sempre faço questão de ressaltar, ao final da postagem, na série de links apresentados em
"links para suas preferências no blog",  é possível saber mais sobre outros Artistas Plásticos,
assim como sobre outros estilos de sua preferência, com total segurança, aqui mesmo
em meu  blog,  e também em meus outros espaços culturais na Web.  Apreciem.


carlos miranda (betomelodia)




corais


rachadura

pena de pavão


caverna

serpentina


liberdade para as borboletas

jardim


tronco

planta

  
rasgado

veio d'água




destaco: árvore


fontes
imagens: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Timoneiro, Paulinho da Viola

... quem me navega é o mar ...


O Sambista Perfeito. Esse é o título de uma composição de Arlindo Cruz em homenagem aos
grandes compositores e intérpretes do Samba no Brasil. Definição que é bem aplicada a
um dos homenageados em sua letra ao Artista que destacamos em nossa postagem,
Paulinho da Viola.  Por sua rara elegância em compor, falar, sorrir, olhar e acima
de tudo cantar, em minha opinião é um ou senão,  o principal nome referente
ao  Samba e Choro  brasileiro.  Dia 12 do mês de novembro de 2015,  ele
ao completar setenta e três anos afirmou que idade não traz nenhum
incômodo para sua vida, continuando elegantemente comedido ao
falar, atento ao que ouve e perfeito compondo ou interpretando.
Escolhi a Música  "Timoneiro"  para ilustrar a postagem, feita
em parceria com  Hermínio  Bello  de  Carvalho. Apreciem.


paulinho da viola


Lembro que, nos links apresentados em "links para suas preferências no blog", lá no
final da postagem, é possível saber mais sobre este ou outros Artistas, assim como
sobre outras Músicas ou ritmos de sua preferência, aqui mesmo em meu blog, ok?

carlos miranda (betomelodia) 




E quanto mais remo mais rezo pra nunca mais se acabar
Essa viagem que faz o mar em torno do mar
Meu velho um dia falou com seu jeito de avisar
Olha o mar não tem cabelos que a gente possa agarrar

Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
É ele que me carrega como nem fosse levar
É ele que me carrega como nem fosse levar

Timoneiro nunca fui que eu não sou de velejar
O leme da minha vida Deus é quem faz governar
E quando alguém me pergunta como se faz pra nadar
Explico que eu não navego quem me navega é o mar

Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
É ele que me carrega como nem fosse levar
É ele que me carrega como nem fosse levar

A rede do meu destino parece a de um pescador
Quando retorna vazia vem carregada de dor
Vivo num redemoinho Deus bem sabe o que Ele faz
A onda que me carrega ela mesma é quem me traz

Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
Não sou eu quem me navega quem me navega é o mar
É ele que me carrega como nem fosse levar
É ele que me carrega como nem fosse levar


paulinho da viola / hermínio bello de carvalho



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

sábado, 21 de novembro de 2015

Beatriz Milhazes e as Artes Visuais

phebo


Beatriz Ferreira Milhazes, Beatriz Milhazes ou Bia Milhazes, são nomes pelos quais são conhecidas
e tidas como referência, as mais belas criações em Artes Visuais da atualidade. Nascida na
cidade do Rio de Janeiro em 1960, suas habilidades na Arte, cenográfica, tecnológica,
jornalismo, pintura e gravações, fizeram-na professora nessas modalidades. Ela
iniciou nas Artes Plásticas cursando a  Escola de Artes Visuais do Parque
Lage em 1980, quando além de pintura aperfeiçoa-se em gravura e
ilustração. Também  formou-se em Comunicação Social em
1981,   assim como no curso de gravura em metal e
linóleo, mais tarde, nos anos de 1995 e 1996.


beatriz milhazes


A característica de maior importância na obra de Beatriz são as cores e os círculos, os quais são a
ideia principal onde tudo tem início,  aos quais são agregados volumes geométricos, os arabescos,
listas, flores e outros símbolos que tornam as composições um misto de alegria e beleza. Possuem
forte tendência ao construtivismo dado ao estilo imposto como arte popular elaborada com temas
geométricos, e materiais diversos das telas tão em voga.  Suas obra estão em vários museus e em
coleções particulares no Brasil e no Mundo, havendo longa fila de espera por suas novas criações
pois Beatriz cria no máximo dez obras por ano, repletas de minúcias e grande riqueza de detalhes.

Para termos uma ideia do valor cultural de suas criações e da aceitação de suas belas obras,  sua
tela "O Mágico"  (em destaque ao centro da pequena mostra abaixo),  pintada em 2001, foi vendida
por  R$ 1.600.000,00, e outra, constante dessa publicação, "Meu Limão",   foi comprada pelo maior
valor já conseguido por um Artista brasileiro: US$2,000,000.00... "apenas" dois milhões de dólares.

Como sempre faço questão de ressaltar, ao final da postagem, na série de links apresentados em
"links para suas preferências no blog",  é possível saber mais sobre outros Artistas Plásticos,
assim como sobre outros estilos de sua preferência, com total segurança, aqui mesmo
em meu  blog,  e também em meus outros espaços culturais na Web.  Apreciem.


carlos miranda (betomelodia)



     o selvagem

serpentina

meu limão     

mulatinho

      beleza pura

o mágico

o buda      

superfície e superfície

     modinha
    
tempo de verão

sinfonia nordestina     



mariposa


fontes
imagens: google - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google