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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Quando Vier a Primavera, Nina Oliveira e Rubel

nina oliveira e rubel


Trago na publicação de hoje, o encontro musical entre uma paulista e um carioca, em uma composição
que nos leva em um passeio pela imorredoura Bossa Nova. E um encontro que muito me orgulha.
Nina Oliveira, paulista; compositora, cantora e violonista,  Nina e suas interpretações revela
em sua Música que não são apenas boas mas,  com letras de posicionamento político e
social relevantes, que nos levam à profundas reflexões quanto aos temas raciais e
existenciais.  A crítica cita que seu instrumento mais potente, é o seu coração.
Rubel Brisolla, carioca; estudante de cinema, violonista desde os 8 anos,
aos 15 anos fundou uma banda de rock com amigos, "Os Corleones",
que durou pouco, pois Rubel foi para a PUC do Rio de Janeiro,
de onde partiu em um intercâmbio para a cidade de Austin,
Estados Unidos.  Hoje dedica-se a um  trabalho  mais
autoral em suas composições influenciadas por
estilos vários, tais como o  "Folk"  e a MPB.

O vídeo, por mim selecionado para ilustrar
a postagem,  com a dupla interpretando em duo
a composição "Quando Vier a Primavera",  autoria de
Nina Oliveira, contendo a inserção de trechos de "Samba
da Benção",  um clássico composto por Vinícius de Moraes em
parceria com Baden Powell.  Tenho certeza que apreciarão o vídeo.




Lembro que, nos links apresentados em "links para suas preferências no blog", ao final da postagem, é
possível saber mais sobre este ou outros Artistas, assim como sobre outras Músicas ou ritmos de
sua preferência, em total segurança. Naveguem e descubram o  Brasil  na  Música e na Arte.

carlos miranda (betomelodia) 


video


Se eu soubesse que amanhã morria e a primavera é depois de amanhã
Se eu soubesse que amanhã morria e a primavera é depois de amanhã
Morreria contente porque ela era depois de amanhã
Se esse é seu tempo quando havia ela de vir senão no seu tempo
Se esse é seu tempo quando havia ela de vir senão no seu tempo
Se esse é seu tempo quando havia ela de vir senão no seu tempo

A realidade não precisa de mim a realidade não precisa de mim
A realidade não precisa de mim a realidade não precisa de mim



" É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração

Põe um pouco de amor numa cadência e vai ver que ninguém no mundo vence
O poder que tem um "sambar" não porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança a tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser tão triste não tão triste não

Fazer samba não é contar piada e quem faz samba sim não é de nada
Um bom samba é uma forma de oração porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia se hoje ele é branco na poesia
Ele é preto demais no coração no coração no coração no coração "


trechos de 'samba da benção' - vinicius de moraes / baden powell



Se eu soubesse que amanhã morria e a primavera é depois de amanhã
Se eu soubesse que amanhã morria e a primavera é depois de amanhã
Se eu soubesse que amanhã morria e a primavera é depois de amanhã
Morreria contente porque ela era depois de amanhã
Se esse é seu tempo quando havia ela de vir senão no seu tempo
Se esse é seu tempo quando havia ela de vir senão no seu tempo

A realidade não precisa de mim a realidade não precisa de mim
A realidade não precisa de mim a realidade não precisa de mim


nina oliveira



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Linha de Passe, Quarteto do Rio, participação de João Bosco

quarteto do rio


A publicação de hoje traz um rol de grandes nomes da Música Brasileira, que dispensam apresentações,
pois já aqui no Blog foram destaques.  A composição,  "Linha de Passe",  interpretada por seu autor,
João Bosco,  com a participação de Hamilton de Holanda e Ney Conceição, por mim publicada
em 10/03/2010, revelou um belo duelo entre banjo, guitarra e um contrabaixo. Agora trago
"Linha de Passe" na execução do Quarteto do Rio, com participação de João Bosco.
O quarteto que esteve aqui no Blog em 12/10/2016, com a composição de Chico
Buarque,   "Homenagem ao Malandro",   foi o escolhido  para ilustrar  essa
mesma composição, "Linha de Passe", com participação especial de
um de seus autores, João Bosco. Um show, o mais puro Samba
e suas muitas cadências, um Patrimônio Cultural do Brasil.




Lembro que, nos links apresentados em "links para suas preferências no blog", ao final da postagem, é
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carlos miranda (betomelodia) 


video


Toca de tatu linguiça e paio e boi zebú rabada com angú rabo de saia
Naco de perú lombo de porco com tutu e bolo de fubá barriga d'água
Há um diz que tem e no balaio tem também um som bordão bordando o som dedão violação
Diz um diz que viu e no balaio viu também um pega lá no toma lá dá cá do samba
Caldo de feijão um vatapá e coração boca de siri um namorado e um mexilhão
Água de benzê linha de passe chimarrão babaluaê rabo de arraia e confusão

Cana cafuné fandango cassulê sereno e pé no chão
Bala candomblé e meu café cadê não tem vai pão com pão

Já era a Tirolesa o Garrincha a Galeria a Mayrink Veiga o Vai-da-Valsa e hoje em dia
Rola a bola é sola esfola cola é pau a pau e lá vem Portellas que nem Marquês de Pombal
Mas isso aqui vai mal mas viva o carnaval lights e sarongs bondes louras king-kongs
Meu pirão primeiro é muita marmelada puxa-saco cata-resto pato jogo-de-cabresto
E a pedalada quebra outro nariz na cara do juiz aí há quem faça uma cachorrada
E fique na banheira ou jogue pra torcida feliz da vida


joão bosco / paulo emílio / aldir blanc



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Passarinhos, com Emicida e Vanessa da Mata

emicida e vanessa da mata


"Enquanto Minha Imaginação Compuser Insanidades Domino a Arte"
emicida


O destaque de hoje tem o nome com uma história interessante:  é classificado  por seus colegas como
"assassino", e que "mata" os adversários com suas rimas. Seu nome é Leandro Roque de Oliveira,
nascido em São Paulo, capital, em 17 de Agosto de 1985, e é um "rapper" e produtor musical. É
na atualidade um dos maiores nomes do  "Hip-Hop"  no Brasil por suas composições, e por
suas rimas  e vitórias nas "batalhas de improvisação".  Mas vamos ao por que do nome
pelo qual ele é conhecido, Emicida, bastando juntar duas palavras,  MC e homicida
e pronto: seu nome artístico. Sua primeira aparição na mídia foi no ano de 1986
com o videoclipe "Triunfo", que hoje ultrapassa a marca de oito milhões de
visualizações no Youtube. Em 2009, estreou com o mixtape contendo
25 faixas, com um título... bem original: "Pra Quem Já Mordeu Um
Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe".  Talento.

Minha escolha para ilustrar a postagem, foi baseada no tema
escolhido por Emicida, mostrando que a boa leitura ilumina nossa
vida, abrindo novos e inusitados horizontes no processo educativo e
evolutivo, em todas, note que digo todas, as classes sociais.  O vídeo tem
como título Passarinhos,  uma alusão à atual falta de perspectiva da juventude,
que conta com a participação de Vanessa da Mata. É para pensar, mas também, agir.




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carlos miranda (betomelodia) 


video


Despencados de voos cansativos complicados e pensativos
Machucados após tantos crivos blindados com nossos motivos
Amuados reflexivos e dá-lhe anti-depressivos
Acanhados entre discos e livros inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor eu vou esperar talvez na primavera
O céu clareia e vem calor vê só o que sobrou de nós e o que já era
Em colapso o planeta gira tanta mentira aumenta a ira de quem sofre mudo
A página vira o são delira então a gente pira e no meio disso tudo tamo tipo

passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon eu sei meu melhor amigo tem sido o som ok
Tanto carma lembra armagedon orei busco vida nova tipo ultrassom achei
Cidades são aldeias mortas desafio nonsense competição em vão que ninguém vence
Pense num formigueiro vai mal quando pessoas viram coisas cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão "Jão" doidera daqui a pouco resta madeira nem pro caixão
Era neblina hoje é poluição asfalto quente queima os pés no chão
Carros em profusão confusão água em escassez bem na nossa vez
Assim não resta nem as baratas injustos fazem leis e o que resta "proceis"
Escolher qual veneno te mata pois somos tipo

Passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho nem que seja no peito um do outro


emicida



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

domingo, 7 de maio de 2017

Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor, Moska

m o s k a


A publicação destaca um "carioca da gema", violonista, compositor, cantor e ator, que veio ao mundo
em 27 de Agosto de 1967. Seu nome, Paulo Corrêa de Araújo, ficou conhecido no meio artístico
por Paulinho Moska até o ano de 2001, data de lançamento de seu disco, no qual ele usou
o termo falso sem oposição a verdadeiro:  "Eu Falso da Minha Vida o Que Eu Quiser".
A partir de então, passou a assinar suas obra como Moska, e segundo justifica,
falso é a libertação do verdadeiro, por que não existe uma verdade, e sim
verdades. A vida é explicada de maneiras diferentes e que assumem
certo sentido de acordo com seu olhar pois o o falso é cheio de
verdades possíveis. Moska não é seu nome verdadeiro, é
seu nome falso, e assim nesse disco ele assumiu o
"Moska",  por ser mais instigante,  mais sonoro.

Aprendeu a tocar  violão aos 13 anos com seu
irmão mais velho,  Músico amador  que participava
de festivais escolares  e nesse ambiente, Moska conheceu
André Abujamra,  professor de seus primeiros acordes de blues
e de rock. Bem, o fascínio pelas apresentações de seu seu irmão e o
que considero sua principal influência na Música: seu Pai, proprietário de
uma  das melhores casas noturnas do Rio de Janeiro, onde ele passou grande
parte de sua infância assistindo shows de grandes nomes da Música Brasileira. Para
ilustrar a postagem, escolhi o vídeo em que Moska canta a composição de Lô Borges e de
seu irmão Márcio Borges, Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor, uma maravilhosa poesia musicada.




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carlos miranda (betomelodia) 


video


Cheguei a tempo de te ver acordar eu vim correndo à frente do sol
Abri a porta e antes de entrar revi a vida inteira
Pensei em tudo que é possível falar que sirva apenas para nós dois
Sinais de bem desejos vitais pequenos fragmentos de luz

Falar da cor dos temporais do céu azul das flores de abril
Pensar além do bem e do mal lembrar de coisas que ninguém viu
O mundo lá sempre a rodar e em cima dele tudo vale
Quem sabe isso quer dizer amor estrada de fazer o sonho acontecer

Pensei no tempo e era tempo demais você olhou sorrindo pra mim
Me acenou um beijo de paz virou minha cabeça
Eu simplesmente não consigo parar lá fora o dia já clareou
Mas se você quiser transformar o ribeirão em braço de mar

Você vai ter que encontrar aonde nasce a fonte do ser
E perceber meu coração bater mais forte só por você
O mundo lá sempre a rodar e em cima dele tudo vale
Quem sabe isso quer dizer amor estrada de fazer o sonho acontecer

lô borges / márcio borges



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Debaixo D'Água, Arnaldo Antunes

arnaldo antunes


De volta ao Blog,  Arnaldo Antunes,  que foi destaque em 03 de fevereiro de 2016,  interpretando em sua
casa, sim, em casa, sua composição em parceria com Ortinho,  "A Casa é Sua".  Arnaldo é em minha
minha modesta opinião, um gênio com as palavras, e é esse o motivo de minha admiração por
por sua obra,  que vem desde a época em que foi um dos  integrantes da banda "Titãs".

Artisticamente inventando,  reinventado,  brincando com palavras e frases,  assumindo
e expressando em suas performances o seu lado poético,  exercendo domínio de palco e de
público, o sucesso e fama fazem parte de sua vida e sua obra, intensa, e tem seu nome nas muitas
facetas nas  Artes  tais como,  Música, Literatura, Cinema, Televisão,  e Artes Visuais.  E agora ao video.





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carlos miranda (betomelodia) 


video


Debaixo dágua tudo era mais bonito mais azul mais colorido só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua se formando como um feto sereno confortável amado completo
Sem chão sem teto sem contato com o ar
Mas tinha que respirar todo dia
Todo dia todo dia todo dia todo dia todo dia

Debaixo dágua por enquanto sem sorriso sem pranto
Sem lamento sem saber o quanto esse momento poderia durar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua ficaria para sempre ficaria contente longe de toda gente para sempre no fundo do mar
Mas tinha que respirar todo dia
Todo dia todo dia todo dia todo dia todo dia

Debaixo dágua protegido salvo fora de perigo aliviado sem perdão e sem pecado
Sem fome sem frio sem medo sem vontade de voltar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua tudo era mais bonito mais azul mais colorido só faltava respirar
Tinha que respirar todo dia
Todo dia todo dia todo dia todo dia todo dia todo dia


arnaldo antunes



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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terça-feira, 25 de abril de 2017

Certidão, com Quinteto Casuarina

joão cavalcanti - a voz do quinteto casuarina

E ei-los de volta ao Blog: Quinteto Casuarina. E o destaque de hoje foca uma pequena mostra da obra
autoral do grupo, com uma a composição de João Cavalcanti,  voz e tantan, em parceria com, João
Fernando, vocais e bandolim, intitulada Certidão, Na publicação anterior, o Quinteto revelou a
a composição de  Martinho da Vila  em nova roupagem,  Disritmia, mas sobre o destaque de
hoje, Certidão não é apenas uma composição autoral, pois ela prova que o grupo tem
sua própria identidade e maestria em sua Arte. Curtam agora o sucesso do grupo.




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carlos miranda (betomelodia) 


video


Certidão é papel que não preciso não pois o samba que hoje canto
É íntimo e tem razão de ser as palavras não são sem querer
Eu já sei secar meu pranto com a força do meu bordão

Autêntica inspiração  de quem só vê beleza
O samba é universal razão primordial do som
Ninguém detém o dom e digo com certeza
É público tal e qual o nosso carnaval

Mas vem desata a criar também que a nossa natureza
Precisa brincar de Deus pra ver que é dos seus

Já vou o Mestre me endossou com toda gentileza
De quem tem no coração amor que não precisa...


joão fernado / joão cavalcanti



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sábado, 22 de abril de 2017

Pérola Negra, com Alexandre Pires

alexandre pires


No dia 16 deste mês, o destaque na publicação foi para  Alexandre Pires  interpretando o Samba de
autoria de Martinho da Vila,  "Café com Leite",  em ótimo dueto com o autor num telão ao fundo.
O vídeo, o arranjo e a interpretação de Alexandre, revelaram a nova faceta  do músico e o
seu mais recente trabalho, o DNA Musical,  apresentado ao público em Porto Alegre, a
capital do Estado em que resido, nesta semana. Nesta postagem mais uma vez eu
o trago ao Blog,  agora em um ótimo arranjo e interpretação, para um clássico
antológico de nossa Música:  "Pérola Negra",  composição de Luiz Melodia
cuja letra nos revela os versos de um  rapaz de 22 anos, negro,  lá do
Morro de São Carlos,  no Estácio,  bairro da Zona Norte do Rio de
Janeiro, que na década de '20 deu à luz ao Samba. O que nós
vamos ouvir? Uma poética crônica sobre o amor, de 1973.




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carlos miranda (betomelodia) 


video


Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou de amando
Baby te amo nem sei se te amo

Tente usar a roupa que eu estou usando
Tente esquecer em que ano estamos
Arranje algum sangue escreva num pano
Pérola Negra te amo te amo

Rasgue a camisa enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre teu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra te amo te amo

Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro querendo eu te empresto
Se intere da coisa sem haver engano
Baby te amo nem sei se te amo


luis melodia



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Alvorada Voraz, com Paulo Ricardo e Revoluções Por Minuto

paulo ricardo - um dos criadores da rpm


Foi na cidade de São Paulo, capital do Estado, que em 1980 Paulo Ricardo conheceu Luis Schiavon.
Luis morava em frente a casa de Paulo, que resolveu visita-lo quando acontecia um ensaio e
uma dúvida pairava no ar: se a letra seria em inglês ou português. Ao ser pedida a sua
opinião, Paulo deu seu voto pela letra em português,  e nasceu a amizade entre
os dois  ao conversarem muito sobre  Música.  Luis, pianista clássico que
estava em busca de um caminho mais popular com dificuldades em
encontrar uma parceria, e Paulo no início de sua carreira de
crítico musical, aceitou o convite para fazer parte da
banda de jazz-rock  "Áurea", que após 3 anos
de ensaio sem apresentações, acabou.

Paulo partiu para a  Europa e escrevia
sobre as novidades musicais, para uma mídia
escrita aqui no Brasil e Luis,  interessou-se por uma
nova tecnologia, a dos sintetizadores.  As opções divergiam
mas não impediram a  criação  de uma banda pelos dois,  no ano de
1983, quando a dupla voltou aos trabalhos em  São Paulo.  Juntos criaram
os primeiros sucessos: "Olhar 43", "A Cruz e a Espada", e a que daria nome para
a banda que ali então nascia: "Revoluções Por Minuto", ficando conhecida como RPM.
No Brasil foi a de maior popularidade nos anos de 1984 a 1987,  tida como a melhor sucedida
na história da Música Brasileira,  vendendo mais de cinco milhões de discos.  Agora, sobre o vídeo.

O vídeo e minha opinião:

Ilustrando a publicação,  escolhi  aquela que foi um grande sucesso nos anos 80:  "Alvorada Voraz".
A letra composta há 31 anos é atualíssima. Lançada em 1986, retrata a marginalidade que nos
incute o medo por sua violência  tornando-nos seus reféns pela impunidade, e o
que creio ser bem mais grave: somos reféns de políticos e empresas que
tem como ideal  a desumana corrupção,  lesando  o povo brasileiro
na educação, saúde,  em tudo mais em que se possa pensar,
em benefício próprio.  E como denuncia a letra, com
nosso consentimento, nosso conformismo. É
uma visão crítica da violência e grande
hipocrisia da vil politicagem atual.




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carlos miranda (betomelodia) 


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Na virada do século alvorada voraz
Nos aguardam exércitos que nos guardam da paz
Que paz !!!

A face do mal um grito de horror
Um fato normal um êxtase de dor
E medo de tudo medo do nada
Medo da vida assim engatilhada

Fardas e força forjam as armações
Farsas e jogos armas de fogo
Um corte exposto em seu rosto amor
E eu nesse mundo assim vendo esse filme passar
Assistindo ao fim vendo meu tempo passar

Apolipticamente como um clip de ação
Um clic seco um revólver aponta em meu coração
O caso Sudan Maluf Lalau Barbalho Sarney
E quem paga o jornal é a propaganda
Porque nesse pais é o dinheiro quem manda

E juram que não corrompem ninguém
Agem assim pro seu próprio bem
São tão legais foras da lei pensam que sabem de tudo
O que eu não sei eu sei

Nesse mundo assim vendo esse filme passar
Assistindo ao fim vendo o meu tempo passar

luis schiavon / paulo pagni / paulo ricardo



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Dia Clarear, Marcelo Camelo



Na publicação de hoje, trago um trio singular, formado por músicos de origem brasileira e o terceiro de
origem portuguesa. Jovens mas, tarimbados em rock alternativo, mpb, bossa nova e também em
outros estilos, como verão no vídeo que ilustra esta postagem: uma baladinha lenta e bela.
Apresentarei seus componentes, um já bem conhecido, e o projeto que a originou. O
seu início é recente,  foi em 06 de maio de 2014,  na cidade do  Rio de Janeiro.

Marcelo Camelo.  Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 04 de Fevereiro de
1978, é um multi-instrumentista, compositor, cantor e produtor musical.  Foi vocalista,
guitarrista (e também um dos fundadores), na banda de rock alternativo a  "
Los Hermanos",

Malu Magalhães. Nasceu na capital do Estado de São Paulo no dia 29 de Agosto de 1992, é
também instrumentista, compositora e cantora, convidada por  Marcelo  para participar do álbum
solo "
Sou", em um dueto na composição "Janta". É a segunda integrante na formação da banda musical.

Fred Ferreira.  Natural de Portugal,  percursionista e baterista  de várias bandas portuguesas, é
o terceiro integrante do  grupo de velhos amigos na formação da banda.  Essencial para o
o balanço bem brasileiro e singular,  no conjunto do projeto em elaboração da banda.
 


Escrevi e escrevi mas, deixei para o final o nome com que foi batizado o projeto, Banda do Mar, pois ao
enaltecer em suas composições os temas amor e mar, nada mais apropriado.  E assim entre jams
session e muitas  trocas de ideias à beira-mar,  iniciaram os trabalhos  nas primeiras faixas
para um álbum. Escolhi para publicar o trabalho do trio, a composição de Marcelo que
tem por título  Dia Clarear,  que como acima mencionei é uma agradável balada.




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carlos miranda (betomelodia) 


video


Onda da manhã eu vi você sair do mar
E todo sentimento que rodeia
Foi a luz do sol ou foi o vento que soprou
O macio dessa areia

Eu sei lá se eu vir você mais tarde
Eu vou até o dia clarear
Sei não se eu vir você mais tarde
Eu vou até o dia clarear vou até o dia clarear

Se você jurar eu posso até te acostumar
Numa vida mais à toa
É só você querer que tudo pode acontecer
No amor de outra pessoa
Base de um descanso milenar

Eu sei lá se eu vir você mais tarde
Eu vou até o dia clarear
Sei não se eu vir você mais tarde
Eu vou até o dia clarear vou até o dia clarear


marcelo camelo 



fontes
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