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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Alô Fevereiro, Roberta Sá

roberta sá


De volta ao Blog, Roberta Sá interpretando a composição "Alô Fevereiro", autoria de Sidney Miller
que lançada em 1972 por  Dóris Monteiro,  foi uma marchinha de carnaval. A releitura na
interpretação de Roberta é muito boa, que com sua afinada voz, ótimo domínio de
palco com sua "brejeirice" habitual, cativa o público. Sua primeira presença
aqui no Blog foi em Agosto de 2013, cantando  "Girando na Renda",
com a  participação de  Pedro Luis  com o  seu cavaquinho. 





Lembro que, nos links apresentados em "links para suas preferências no blog", ao final da postagem, é
possível saber mais sobre este ou outros Artistas, assim como sobre outras Músicas ou ritmos de
sua preferência, em total segurança. Naveguem e descubram o  Brasil  na  Música e na Arte.

carlos miranda (betomelodia) 




Tamborim avisou cuidado violão respondeu me espera
Cavaquinho atacou dobrado quando o apito chegou já era
Veio o surdo e bateu tão forte que a cuíca gemeu de medo
E o pandeiro dançou que sorte fazer samba não é brinquedo

Todo mês de fevereiro morena carnaval te espera
Querem te botar feitiço morena mas também pudera
Se ele pega no teu corpo vai ter gente enlouquecida
Querendo entender a tua dança querendo saber da tua vida

sidney miller



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
base das pesquisas: google

domingo, 5 de novembro de 2017

Ana Costa, Regional do Beija-Flor

ana costa e carrapixo rangel


Mestre Marçal com seu jeito sui generis de se expressar, certa vez afirmou que a cantora, compositora
e violonista Ana Costa “prova o mingau pela beirada do prato”, e completo, com muito talento. Ela
em seu caminho ao sucesso foi indicada várias vezes ao Prêmio da Música Brasileira, como
melhor cantora de Samba,  tendo sido eleita como  Revelação  no Quinto Prêmio Rival
Petrobras de Música, ou seja, um dos talentos do ano. Em 2007, ficou conhecida
internacionalmente interpretando ao lado de Arnaldo Antunes, a música que
foi tema dos Jogos Panamericanos, “Viva Essa Energia”. Quem é ela?

Ana Cristina Costa, nascida em Março de 1968 no Rio de Janeiro, uma
cantora, compositora e violonista que,  tendo como  parceiro o bandolinista
Carrapicho  Rangel,  divulga seu repertório  em passeios sobre  nossas vertentes
musicais.  Sambas, valsas, choros  e outros ritmos mais, autorais e em parceria com os
mais diversos compositores, com ótimos arranjos, tendo como base o bandolim de 10 cordas,
garantem sucesso de suas apresentações em nosso Universo Musical,  e que a seguir mostramos.





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carlos miranda (betomelodia) 



E eis que um santo beija-flor azul me apareceu
De corpo são e um coração quase maior que o meu
E foi meu professor de canto me botou no trilho
Alfredo da Rocha Viana Filho

Assim eu lhe batizei quase que eu desafinei
Até chorei de emoção criei um choro canção
São Pixinguinha redigiu a pauta
E fui levando a minha dor na flauta
Fiz parceria com o meu amor
E compusemos para o Regional do Beija-Flor

Bem Carinhoso ao soltar a voz
Lá vem o crooner bilingue swing pra nós
Trouxe trombone sax e pistom
Olha o piano de conversa com o pandeiro
O pólen brasileiro tem tempero especial
Oito batutas para o beija-flor
E mil acordes no dia de São Jorge
Tem choro e pagode no seu regional


ana costa / moyseis marques



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Rosa Morena, Quinteto Casuarina e Emanuelle Araújo

emanuelle araújo e joão cavalcanti


A primeira publicação sobre a Música Brasileira do mês, não poderia ser outro ritmo senão um bom
Samba, e com o Quinteto Casuarina e uma convidada dotada de muito axé, cantora da banda
baiana Moinho. E o resultado é contagiante, com João e Emanuelle em uma excelente
performance, com a composição de Dorival Caymmi "Rosa Morena", um clássico
da cultura musical brasileira.  Irreverência, presença de palco e o balanço
de um bom Samba, é o que a dupla e seus instrumentistas oferecem.

O Quinteto,  que já foi destaque aqui no Blog com as interpretações
de Disritmia, Certidão e Baile no Elite, volta ao Blog com Rosa Morena em
um duo com Emanuelle Araújo,  apresentando-nos a cantora Emanuelle Araújo, a
compositora e atriz natural de  Salvador, Bahia,  com toda  sua beleza e axé, muito axé.




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carlos miranda (betomelodia) 




Rosa morena
Onde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar de moça prosa
Morena morena Rosa

Rosa morena o samba tá esperando
Esperando pra te ver
Deixa de parte esta coisa de dengosa
Anda Rosa vem me ver

Deixa de lado esta pose vem pro samba vem sambar
Que o pessoal tá cansado de esperar ô Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar morena Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar


dorival caymmi



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sábado, 30 de setembro de 2017

Sambou Sambou, com Joyce Moreno

joyce moreno


E o mês de Setembro chega ao fim, e a última publicação sobre a Música Brasileira que o encerrará,
é um Samba, um clássico Samba-Bossa criado por dois João:  o Donato e  o Mello. E interpretado,
muito bem  interpretado por uma compositora, cantora, instrumentista e arranjadora, dona de
uma voz mezzo-soprano e talento, muito talento:  Joyce Moreno. Sobre ela não escreverei
nada, pois não chegaria ao  depoimento que meu  Mestre Tom Jobim  à ela dirigiu. Leiam.

"Joyce, você é craque mesmo! Você para mim é das maiores cantoras de todos os tempos! Danada! Você faz o que quer dessa sua voz maravilhosa, você tem bossa, afinação, improviso, ritmo, musicalidade, feminilidade, coragem, domínio absoluto da bola, você sabe das palavras e dos sons, você conhece o timbre e o sentido e comanda tudo com a maior propriedade, com a maior loucura, com a maior economia, com a maior prodigalidade, concisa, precisa. Você é folia controlada! Neste vero momento tua voz gostosa invade esta oficina e toma de assalto o coração deste velho torneiro. De tua garganta jorra este fino mel que não sacia, este ouro, este rio generoso que inunda as comportas deste navio condenado, deste atleta enjaulado, deste trovador desenganado, deste pierrot apaixonado."  ( Antônio Carlos Jobim, 1987)

Tom disse tudo então, convido a curtirem o vídeo que ilustra a publicação. Volto em Outubro, ok?





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carlos miranda (betomelodia) 




Sambou sambou não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta de samba muito mais do que de mim

Quando ouviu bater o tamborim
Não quis mais saber de chá chá chá
Pra rock twist ela diz não
Porque gosta mesmo é de sambar


joão donato / joão mello



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Só Danço Samba, com Rose Max no Vocal, e Ramatis Morais ao Violão

ramatis morais e rose max


O destaque sobre a Música Brasileira aqui em nosso Blog, vai para uma dupla carioca que me dá um
imenso orgulho de ser brasileiro, de ser "carioca da gema", pois mundialmente revelam um dos
mais belos estilos musicais de nossa cultura: a Bossa Nova. Destaco a afinadíssima, bela e
bem colocada voz e suas entonações,  Rose Max,  e também  a magia  no dedilhar das
cordas do violão de  Ramatis Morais,  autenticando com maestria o genuíno ritmo
que alicerçou  minhas apresentações  nos palcos por onde passei.  Vamos lá.

A dupla que nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, a  cidade mãe do
Samba  e da Bossa Nova  de onde partiram para  conquistar o mundo,  hoje é tida
como uma das melhores representantes musicais do Brasil, Rose como uma soberana
cantora brasileira e Ramatis, compositor, arranjador e produtor musical,  é reconhecido como
um dos maiores guitarristas e baixistas da  Bossa Nova no mundo. Tenho certeza que vão apreciar.





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carlos miranda (betomelodia) 




Só danço samba danço samba vai vai vai vai vai
Só danço samba só danço samba vai
Só danço samba só danço samba vai vai vai vai vai
Só danço samba só danço samba vai

Já dancei o twist até demais
Mas não sei me cansei
Do calipso ao chá chá chá agora eu

Só danço samba só danço samba vai vai vai vai vai
Só danço samba só danço samba vai


vinícius de noraes / antonio carlos jobim



fontes
imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Se Acaso Você Chegasse, Adriana Calcanhoto

adriana calcanhoto


Ela já esteve em nosso Blog em seis publicações e agora, volta interpretando um clássico Samba do
Universo Musical Brasileiro: "Se Acaso Você Chegasse",  autoria de Lupicínio Rodrigues em
parceria com Felisberto Martins. Sobre a cantora e a dupla de compositores, já muito
escrevi anteriormente, vou então escreve sobre Lupi, como era conhecido.

Gaúcho de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, nasceu no dia 16 de Setembro, ano
1914, no humilde bairro Ilhota. Lupicínio em minha opinião, é um dos, senão o maior nome do
estilo  Samba-Canção, com cerca de  150 composições que uma vez gravadas,  foram
sucesso no  final da década de trinta.  Mas, foi em 1938 com  Cyro Monteiro,
que ao gravar a composição que hoje destacamos,  impulsionou a
obra musical de  "Lupi". Interessante é o fato que serviu para mais acelerar
a rápida escalada ao sucesso: parceria com Felisberto Martins, que  morando no Rio
Janeiro, e  trabalhando em uma gravadora, o que ajudou muito na divulgação dos discos mas,
teve um certo custo:  o seu nome  como parceiro na composição.  Sem dúvida foi uma ótima parceria.





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carlos miranda (betomelodia) 




Se acaso você chegasse no meu chateou e encontrasse
Aquela mulher que você gostou
Será que tinha coragem de trocar a nossa amizade
Por ela que já lhe abandonou

Eu falo porque essa dona já mora no meu barraco
À beira de um regato e de um bosque em flor
De dia me lava a roupa de noite me beija a boca
E assim vamos vivendo de amor

lupicínio rodrigues / felisberto martins



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imagens: google - vídeo: arquivo pessoal - texto: carlos miranda (betomelodia)
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domingo, 13 de agosto de 2017

Águas de Março, Maria Rita

maria rita


Mais uma vez trago como destaque Maria Rita, agora cantando uma das mais belas composições do
meu querido Mestre, Antônio Carlos Jobim, a mundialmente famosa "Águas de Março". Na letra
que com maestria foi "tecida" por Jobim utilizando um único verbo, o ser, além do uso de
antíteses nas palavras, além de alguns pleonasmos, abusando de sonoros parônimos.

Como curiosidade, lançada em um compacto simples como encarte do inesquecível
jornal  "O Pasquim"  em 1972, uma ideia do  compositor/cantor Sérgio Ricardo, propondo
o lado A com um artista consagrado (Jobim), e o lado B, com um estreante, (João Bosco).  Assim,
o "disco de bolso" recebeu título de " O tom do Jobim e o tal de João Bosco",  com Águas de Março
no lado A e  Agnus Sei  no lado B,  uma parceria com Aldir Blanc. Dois  clássicos  de nossa MPB.
Mais uma genial do  Jobim:  toda elaboração musical é  estruturada em um motoperpétuo.
Ah, e em nove de junho de 2008,  publiquei a mesma  composição de  Antônio Carlos
Jobim, Águas de Março, na voz de  Elis Regina,  mãe de Maria Rita. Apreciem. 




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carlos miranda (betomelodia) 




É pau é pedra é o fim do caminho
É um resto de toco é um pouco sozinho
É um caco de vidro é a vida é o sol
É a noite é a morte é um laço é o anzol

É peroba do campo é o nó da madeira
Caingá, Candeia é o Matita-Pereira
É madeira de vento tombo da ribanceira
É um mistério profundo é o queira ou não queira

É o vento ventando é o fim da ladeira
É a viga é o vão festa da cumeeira
É a chuva chovendo é conversa ribeira
Das águas de março é o fim da canseira

É o pé é o chão é a marcha estradeira
Passarinho na mão pedra de atiradeira
É uma ave no céu é uma ave no chão
É um regato é uma fonte é um pedaço de pão

É o fundo do poço é o fim do caminho
No rosto um desgosto é um pouco sozinho
É um estrepe é um prego  é uma ponta é um ponto
É um pingo pingando é uma conta é um conto

É um peixe é um gesto é uma prata brilhando
É a luz da manhã é o tijolo chegando
É a lenha é o dia é o fim da picada
É a garrafa de cana estilhaço na estrada

É o projeto da casa é o corpo na cama
É o carro enguiçado é a lama é a lama

É um passo é uma ponte é um sapo é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de Março fechando o verão
E a promessa de vida no teu coração

É uma cobra é um pau é João é José
É um espinho na mão é um corte no pé
São as águas de Março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau é pedra é o fim do caminho
É um resto de toco é um pouco sozinho

É um passo é uma ponte é um sapo é uma rã
É um belo horizonte é uma febre terçã
São as águas de Março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

Pau  edra  Im  inho  esto  oco  ouco  inho
Aco  idro  ida  ó  oite  orte  aço  zol

São as águas de Março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração


antonio carlos jobim



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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terça-feira, 27 de junho de 2017

Baile no Elite, com Casuarina




Na publicação de hoje sobre nossa Música e sua imensa variação de ritmos e estilos, trago de volta
ao Blog o  Quinteto Casuarina,  símbolo de bom gosto no resgate dos mais belos Sambas e de
clássicas composições de consagrados autores.  Foram destaque com " Disritmia",  autoria
de Martinho da Vila e "Certidão", autoral da dupla João Fernando/João Cavalcanti, em
abril deste ano. Escolhi um ótimo "Samba de Breque", clássico composto por
João Nogueira que lançado em 1993, tem ótima interpretação do grupo.




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carlos miranda (betomelodia) 




Fui a um baile no Elite atendendo a um convite do Manoel Garçom meu Deus do Céu que baile bom
Que coisa bacana já no Campo de Santana ouvindo o velho e bom som trombone sax e pistom
O traje era esporte o calor estava forte mas eu fui de jaquetão para causar boa impressão
Naquele tempo era o requinte o linho S-120 e eu não gostava de blusão
...qu'era questão de opinião...

Passei pela portaria subi a velha escadaria e penetrei no salão quase morri do coração
Quando dei de cara com a Orquestra Tabajara e o popular Jamelão cantando só samba-canção
Nonato e Norega Macaxeira e Zé Bodega nas palhetas e metais e tinha outros muitos mais
No clarinete o Severino solava um choro tão divino desses que já não tem mais
...e ele era ainda bem rapaz...

Refeito dessa surpresa me aboletei na mesa que eu tinha já reservado até paguei adiantado
Manoel que é dos nossos trouxe um pires de tremoços uma cerveja e um traçado
Pra eu não pegar um resfriado
Peguei minha Brahma levantei tirei a dama e iniciei meu bailado no puladinho e no cruzado
Até Trajano e Mário Jorge que são caras que não fogem foram "simbora" humilhados
...eu tava mesmo endiabrado...

Quando o astro-rei já raiava e a Tabajara caprichava os seus acordes finais
...para tristeza dos casais...
Peguei a pequena feito artista de cinema em cenas sentimentais
...à luz de um abajur lilás...
Num quarto sem forro perto do pronto-socorro uma sirene me acordou em estado desesperador
Me levantei lavei o rosto quase morro de desgosto pois foi um sonho e se acabou

...Que o Papa é pop que o hip-hop já chegou e dominou
A Tabajara é muito cara o velho sonho já passou...


joão nogueira



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imagens: google - vídeo: youtube - texto: carlos miranda (betomelodia)
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sábado, 24 de junho de 2017

O Telefone Tocou Novamente, Alexandre Pires e Jorge Ben Jor



Alexandre Pires e Jorge Ben Jor, que já foram destaque aqui no Blog, estão de volta em um dueto
com a composição de Jorge, "O Telefone Tocou Novamente". Foi lançada no ano de 1970, e
é sucesso até os dias atuais na Música brasileira. O vídeo, parte do DVD "DNA Musical",
com Alexandre inovando no resgate do melhor da Música Popular Brasileira com
ótimos arranjos e tendo como convidados,  conceituados compositores do
Universo Musical Brasileiro, assim como nossos melhore intérpretes,
é por mim considerado marco no resgate da  Música brasileira.




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carlos miranda (betomelodia) 




O telefone tocou novamente fui atender e não era o meu amor
Será que ela ainda está muito zangada comigo
Que pena que pena que pena que pena

Pois só ela me entende e me acode na queda ou na ascensão
Ela é a paz da minha guerra meu estado de espírito
Ela é a minha proteção que pena que pena que pena

Com ela eu sou mais eu com ela eu sou um anjo
Com ela eu sou criança eu sou a paz eu sou o amor e a esperança

jorge ben jor



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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Linha de Passe, Quarteto do Rio, participação de João Bosco

quarteto do rio


A publicação de hoje traz um rol de grandes nomes da Música Brasileira, que dispensam apresentações,
pois já aqui no Blog foram destaques.  A composição,  "Linha de Passe",  interpretada por seu autor,
João Bosco,  com a participação de Hamilton de Holanda e Ney Conceição, por mim publicada
em 10/03/2010, revelou um belo duelo entre banjo, guitarra e um contrabaixo. Agora trago
"Linha de Passe" na execução do Quarteto do Rio, com participação de João Bosco.
O quarteto que esteve aqui no Blog em 12/10/2016, com a composição de Chico
Buarque,   "Homenagem ao Malandro",   foi o escolhido  para ilustrar  essa
mesma composição, "Linha de Passe", com participação especial de
um de seus autores, João Bosco. Um show, o mais puro Samba
e suas muitas cadências, um Patrimônio Cultural do Brasil.




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carlos miranda (betomelodia) 




Toca de tatu linguiça e paio e boi zebú rabada com angú rabo de saia
Naco de perú lombo de porco com tutu e bolo de fubá barriga d'água
Há um diz que tem e no balaio tem também um som bordão bordando o som dedão violação
Diz um diz que viu e no balaio viu também um pega lá no toma lá dá cá do samba
Caldo de feijão um vatapá e coração boca de siri um namorado e um mexilhão
Água de benzê linha de passe chimarrão babaluaê rabo de arraia e confusão

Cana cafuné fandango cassulê sereno e pé no chão
Bala candomblé e meu café cadê não tem vai pão com pão

Já era a Tirolesa o Garrincha a Galeria a Mayrink Veiga o Vai-da-Valsa e hoje em dia
Rola a bola é sola esfola cola é pau a pau e lá vem Portellas que nem Marquês de Pombal
Mas isso aqui vai mal mas viva o carnaval lights e sarongs bondes louras king-kongs
Meu pirão primeiro é muita marmelada puxa-saco cata-resto pato jogo-de-cabresto
E a pedalada quebra outro nariz na cara do juiz aí há quem faça uma cachorrada
E fique na banheira ou jogue pra torcida feliz da vida


joão bosco / paulo emílio / aldir blanc



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